Descubra o RPPN Sítio Curucutu e viva experiências de natureza, birdwatching e trilhas
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Descubra uma reserva natural com trilhas, birdwatching, camping, visita a áreas de agricultura orgânica e soltura de animais resgatados em um ambiente de preservação e contato com a natureza
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Histórias e curiosidades
Archaeoprepona amphimachus (Archaeoprepona amphimachus não possui nomes populares definidos ou amplamente reconhecidos.)
Volatinia jacarina (tiziu)
Caryocar coriaceum (Pequi)
Coruja-preta (Coruja-preta)
Penelope obscura (Jacupemba)
Greta oto (Borboleta-de-asa-de-vidro)
Chiroxiphia caudata (Tangará-dançarino)
Circus buffoni (Gavião-do-banhado)
🙋 Perguntas frequentes
A RPPN Sítio Curucutu, localizada na região de Parelheiros, São Paulo, é uma importante área de conservação da Mata Atlântica, reconhecida por sua biodiversidade e esforços de preservação. Criada em 1995, a reserva privada foi fruto de um projeto de reflorestamento liderado pelo proprietário Jayme Vita Roso, que transformou um terreno inicialmente destinado ao loteamento em um refúgio de fauna e flora nativa. Com uma vasta área de vegetação preservada, o sítio abriga espécies como antas, veados, onças-pardas e mais de 200 espécies de aves, muitas das quais são registradas por pesquisadores e observadores. Além de proteger o ecossistema, o local funciona como área de soltura de animais resgatados e oferece atividades de ecoturismo, como birdwatching, trilhas e visitas educativas, sempre mediante agendamento. Sua importância reside na conservação da biodiversidade, na manutenção de bacias hidrográficas e na promoção de ações de educação ambiental e pesquisa.
No RPPN Sítio Curucutu, as atividades disponíveis incluem birdwatching, camping, trilhas na mata, turismo pedagógico, criação de abelhas, visita à área de agricultura orgânica e soltura de animais resgatados. O local também oferece suporte ao ciclista e visitas agendadas para pesquisadores, fotógrafos e o público em geral, promovendo a conservação da biodiversidade e a educação ambiental.
A fauna do RPPN Sítio Curucutu inclui espécies como gatos-do-mato, cachorros-do-mato, iraras, veados, tatus, antas e uma onça-parda, todas classificadas como vulneráveis à extinção. O local também funciona como área de soltura de animais silvestres que passaram por reabilitação, contribuindo para a conservação e pesquisa da biodiversidade, especialmente de aves, com mais de 211 espécies registradas na plataforma eBird.
A flora do RPPN Sítio Curucutu é composta principalmente por remanescentes de Mata Atlântica, incluindo árvores nativas como jequitibás, perobas, cedros, e bromélias. A vegetação é diversificada, com camadas de árvores altas, arbustos e epífitas, formando um ecossistema rico e complexo que sustenta a biodiversidade local. Essa vegetação preservada é fundamental para a manutenção das espécies de fauna e para a proteção das bacias hidrográficas da região.
A história do RPPN Sítio Curucutu começa no início do século XX, com intenso desmatamento por famílias de imigrantes italianos que exploravam madeira e carvão. Na década de 1960-70, a devastação aumentou devido às indústrias moveleiras e loteamentos ilegais. Em 1963, Jayme Vita Roso adquiriu o terreno, inicialmente para loteamento, mas, após viagens à África, mudou sua visão e criou um programa de reflorestamento. Em 1995, o sítio foi reconhecido como RPPN, promovendo a conservação da Mata Atlântica e da fauna local.
Para chegar ao RPPN Sítio Curucutu, siga pela Rodovia Anchieta (SP-150) até o km 36, entrando na Estrada do Curucutu, que fica próxima ao bairro de Parelheiros. A partir de São Paulo, o trajeto pode ser feito de carro ou transporte privado, com aproximadamente 50 km de distância. Recomenda-se verificar o acesso e agendar a visita pelo site curucutu.org.br, pois o local possui estrutura limitada para visitantes.
As informações apresentadas neste catálogo são para fins informativos e podem estar sujeitas a alterações a qualquer momento.















